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        <title>DevOpsDays Juiz de Fora 2026</title>
        <acronym>devopsdays-juiz-de-fora-2026</acronym>
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                <room>Audit&#243;rio</room>
                <title>Rodando Agentes de IA no Kubernetes com o Agent Sandbox</title>
                <subtitle></subtitle>
                <type>Talk</type>
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                <abstract>O Agent Sandbox &#233; uma solu&#231;&#227;o de infraestrutura em Kubernetes voltada para a execu&#231;&#227;o segura, isolada e eficiente de agentes de intelig&#234;ncia artificial.</abstract>
                <slug>devopsdays-juiz-de-fora-2026-7075-rodando-agentes-de-ia-no-kubernetes-com-o-agent-sandbox</slug>
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                    <person id='4772'>Paulo Cerqueira</person>
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                <language>pt-br</language>
                <description>O objetivo da palestra &#233; apresentar e falar um pouco sobre o Kubernetes Agent Sandbox e as novidades do projeto. Como os agentes aut&#244;nomos frequentemente geram e executam c&#243;digos em tempo real para resolver problemas, o projeto fornece um ambiente de computa&#231;&#227;o isolado (atrav&#233;s do recurso customizado Sandbox CRD) que impede que c&#243;digos maliciosos ou err&#225;ticos acessem dados confidenciais do sistema hospedeiro, apliquem altera&#231;&#245;es destrutivas ou que possam comprometer a seguran&#231;a do ambiente.</description>
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                <room>Audit&#243;rio</room>
                <title>Como Conquistei Minha AWS Cloud Practitioner (e o M&#233;todo para Voc&#234; Passar na Sua)</title>
                <subtitle></subtitle>
                <type>Talk</type>
                <date>2026-10-17T09:40:00-03:00</date>
                <start>09:40</start>
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                <abstract>Nesta palestra compartilho, de forma pr&#225;tica e honesta, toda a minha jornada at&#233; a aprova&#231;&#227;o na AWS Certified Cloud Practitioner. O foco n&#227;o ser&#225; apenas a prova, mas principalmente o m&#233;todo de estudo que utilizei, as decis&#245;es que tomei ao longo do caminho e o que faria diferente se tivesse que come&#231;ar hoje.

Por que come&#231;ar pela AWS Cloud Practitioner: como a certifica&#231;&#227;o ajuda a construir uma base s&#243;lida em computa&#231;&#227;o em nuvem, apresentando conceitos fundamentais de arquitetura, seguran&#231;a, disponibilidade e responsabilidade compartilhada, essenciais para quem deseja iniciar sua jornada em Cloud e DevOps.

Vou apresentar os cursos, simulados e plataformas que utilizei, explicar por que escolhi cada uma delas e como os simulados se tornaram minha principal ferramenta de aprendizado, como utilizei laborat&#243;rios pr&#225;ticos para consolidar conceitos importantes da AWS e por que acredito que apenas assistir aulas n&#227;o &#233; suficiente para construir uma boa base em Cloud.

Por fim, compartilharei como funciona a experi&#234;ncia do exame: desde o agendamento e o processo de check-in com o proctor at&#233; a realiza&#231;&#227;o da prova e o recebimento do resultado, ajudando a reduzir a ansiedade de quem pretende fazer sua primeira certifica&#231;&#227;o.

O objetivo &#233; que os participantes saiam da palestra com um roteiro claro de prepara&#231;&#227;o que podem ser usados inclusive para prepara&#231;&#227;o de outras certifica&#231;&#245;es AWS, conhecendo os recursos que realmente agregaram valor na minha jornada e evitando erros comuns de quem est&#225; come&#231;ando.</abstract>
                <slug>devopsdays-juiz-de-fora-2026-7054-como-conquistei-minha-aws-cloud-practitioner-e-o-metodo-para-voce-passar-na-sua</slug>
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                    <person id='4759'>Marlene Laysa de Aguiar</person>
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                <room>Audit&#243;rio</room>
                <title>Platform Engineering na Pr&#225;tica: Primeiros passos na constru&#231;&#227;o de uma Internal Developer Platform com Kubevela</title>
                <subtitle></subtitle>
                <type>Talk</type>
                <date>2026-10-17T10:40:00-03:00</date>
                <start>10:40</start>
                <duration>00:30</duration>
                <abstract>Platform Engineering prop&#245;e dar autonomia ao desenvolvedor sem sacrificar governan&#231;a. Nesta palestra, mostro como constru&#237;mos uma Internal Developer Platform usando KubeVela e o modelo OAM sobre Kubernetes, encapsulando workloads complexos (SQS workers, cron jobs, webservices com IRSA e autoscaling) em templates CUE reutiliz&#225;veis que o dev consome via YAML declarativo e GitOps. Trago o caminho pr&#225;tico, as decis&#245;es de design e as armadilhas reais de operar essa plataforma em produ&#231;&#227;o.</abstract>
                <slug>devopsdays-juiz-de-fora-2026-7061-platform-engineering-na-pratica-primeiros-passos-na-construcao-de-uma-internal-developer-platform-com-kubevela</slug>
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                    <person id='4764'>Anna Luiza Laudares Alves Pimenta Silva</person>
                </persons>
                <language>pt-br</language>
                <description>Nesta palestra, vamos explorar como Platform Engineering resolve o gargalo entre c&#243;digo pronto e deploy em produ&#231;&#227;o, construindo uma Internal Developer Platform (IDP) com KubeVela como engine de entrega. Na pr&#225;tica, vou mostrar como o modelo OAM (Open Application Model) permite encapsular toda a complexidade do Kubernetes &#8212; IRSA, autoscaling com KEDA, secrets, observabilidade &#8212; em ComponentDefinitions reutiliz&#225;veis escritos em CUE, onde o desenvolvedor declara apenas &quot;o que precisa&quot; (um webservice, um worker SQS, um cron job) e a plataforma cuida do resto via GitOps com ArgoCD, dando autonomia real ao dev sem sacrificar governan&#231;a e seguran&#231;a.</description>
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                <room>Audit&#243;rio</room>
                <title>FinOps com IA e Open Source na Pr&#225;tica</title>
                <subtitle></subtitle>
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                <abstract>Reduzir custos em cloud n&#227;o significa apenas desligar recursos ou escolher inst&#226;ncias mais baratas. FinOps aproxima engenharia, opera&#231;&#245;es e neg&#243;cio para transformar custos em uma dimens&#227;o t&#233;cnica das decis&#245;es sobre infraestrutura.
Nesta talk, vamos explorar como aplicar FinOps na pr&#225;tica utilizando IA, automa&#231;&#227;o e ferramentas open source para identificar desperd&#237;cios, analisar custos, encontrar oportunidades de otimiza&#231;&#227;o e apoiar decis&#245;es t&#233;cnicas. A proposta &#233; mostrar como transformar dados de consumo em a&#231;&#245;es concretas, integrando controle de custos ao dia a dia das equipes de DevOps.</abstract>
                <slug>devopsdays-juiz-de-fora-2026-7121-finops-com-ia-e-open-source-na-pratica</slug>
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                <language>pt-br</language>
                <description>Como transformar FinOps em uma pr&#225;tica real dentro de um ambiente de cloud?
Nesta apresenta&#231;&#227;o, vamos al&#233;m dos conceitos b&#225;sicos de FinOps para explorar uma abordagem pr&#225;tica de otimiza&#231;&#227;o de custos utilizando IA, automa&#231;&#227;o e ferramentas open source.
Ser&#227;o apresentados exemplos de como analisar o consumo de recursos, identificar desperd&#237;cios e recursos subutilizados, detectar anomalias de custos e automatizar parte desse processo. Tamb&#233;m veremos como a IA pode atuar como uma ferramenta de apoio &#224; an&#225;lise, ajudando equipes t&#233;cnicas a interpretar dados e encontrar oportunidades de economia.
A abordagem ser&#225; independente de um provedor espec&#237;fico, mostrando conceitos e estrat&#233;gias que podem ser aplicados em diferentes ambientes de cloud.
O objetivo &#233; demonstrar que FinOps n&#227;o precisa ser um processo exclusivamente financeiro ou depender de plataformas comerciais: ele pode fazer parte da rotina de engenharia, utilizando as mesmas pr&#225;ticas de automa&#231;&#227;o e cultura que j&#225; fazem parte do universo DevOps.</description>
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                <room>Audit&#243;rio</room>
                <title>Velero + RustFS: backup open source para clusters Kubernetes</title>
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                <type>Talk</type>
                <date>2026-10-17T11:40:00-03:00</date>
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                <abstract>Disaster Recovery em Kubernetes ainda &#233; um dos temas mais negligenciados por times de plataforma e SRE. Muitos ambientes produtivos n&#227;o t&#234;m uma estrat&#233;gia clara de backup &#8212; e quando algo d&#225; errado, o custo &#233; alto.
Nesta palestra vamos explorar como o Velero, ferramenta open source da VMware para backup e restore de clusters Kubernetes, se integra com o RustFS &#8212; um object storage compat&#237;vel com S3, escrito em Rust, com alta performance e 100% open source.</abstract>
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                <room>Audit&#243;rio</room>
                <title>Do Deploy ao Impacto, engenharia com mentalidade de produto</title>
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                <date>2026-10-17T14:00:00-03:00</date>
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                <abstract>E se tudo que constru&#237;mos em engenharia pudesse ser tratado como um produto?

Um pipeline de CI/CD, uma plataforma interna, uma solu&#231;&#227;o de observabilidade ou at&#233; mesmo uma API possuem usu&#225;rios, problemas a resolver, custos, m&#233;tricas e valor a entregar.

Vamos explorar como a mentalidade de produto pode transformar a forma como engenheiros de software enxergam e constroem essas solu&#231;&#245;es.

Vamos discutir como definir m&#233;tricas de valor, entender SLAs e SLOs, avaliar impacto, conhecer os usu&#225;rios das nossas solu&#231;&#245;es internas e transformar pr&#225;ticas de DevOps em produtos que geram resultados reais.

A proposta &#233; ir al&#233;m da ideia de simplesmente &#8220;entregar software&#8221; do deploy &#224; observabilidade, da pipeline &#224; plataforma, cada solu&#231;&#227;o pode fazer parte de um ciclo cont&#237;nuo de descoberta, entrega, medi&#231;&#227;o e aprendizado.</abstract>
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                <room>Audit&#243;rio</room>
                <title>876GB, flood stage, produ&#231;&#227;o parada: o que esse incidente ensina sobre observabilidade de IA</title>
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                <type>Talk</type>
                <date>2026-10-17T14:30:00-03:00</date>
                <start>14:30</start>
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                <abstract>Era um cluster OpenSearch saud&#225;vel. At&#233; que n&#227;o era mais. Dois &#237;ndices netflow chegaram a 876GB sem nenhuma pol&#237;tica de reten&#231;&#227;o. O flood stage disparou, o cluster entrou em read-only e a produ&#231;&#227;o parou.
Conto o incidente completo: como identificamos o problema, removemos o bloqueio, corrigimos o alias is_write_index, implementamos ISM com reten&#231;&#227;o de 60 dias e corrigimos o Data Prepper para injetar @timestamp e sem isso a dele&#231;&#227;o por data n&#227;o funcionava. Voltamos em menos de duas horas.
Mas o ponto que importa: se esse volume fosse de traces de LLMs e agentes de IA, o colapso teria chegado muito antes. Se voc&#234; opera observabilidade ou est&#225; prestes a monitorar IA em produ&#231;&#227;o, essa palestra &#233;</abstract>
                <slug>devopsdays-juiz-de-fora-2026-7076-876gb-flood-stage-producao-parada-o-que-esse-incidente-ensina-sobre-observabilidade-de-ia</slug>
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                <description>Essa palestra &#233; um post-mortem t&#233;cnico real de um cluster OpenSearch que entrou em flood stage por crescimento descontrolado de &#237;ndices netflow e chegando a 876GB em dois &#237;ndices e bloqueando todas as opera&#231;&#245;es de escrita do ambiente. O cluster foi recuperado em menos de duas horas.
A narrativa cobre o incidente completo: identifica&#231;&#227;o do problema, remo&#231;&#227;o do bloqueio read-only, corre&#231;&#227;o do alias is_write_index, implementa&#231;&#227;o da pol&#237;tica ISM com reten&#231;&#227;o de 60 dias e corre&#231;&#227;o do pipeline Data Prepper para injetar @timestamp via processor date &#8212; sem o qual a dele&#231;&#227;o por data n&#227;o funcionava. O que n&#227;o funcionou primeiro tamb&#233;m entra: a tentativa inicial de for&#231;ar dele&#231;&#227;o direta falhou porque o alias de escrita apontava para o &#237;ndice errado, o que custou tempo e &#233; um erro comum que vale documentar.
A conex&#227;o com IA n&#227;o &#233; ap&#234;ndice e &#233; a tese central da palestra: workloads de LLMs e agentes em produ&#231;&#227;o geram volumes de traces, m&#233;tricas e logs muito superiores ao netflow desse case. Quem n&#227;o implementar pol&#237;tica de reten&#231;&#227;o antes de subir IA em produ&#231;&#227;o vai enfrentar uma vers&#227;o muito pior desse problema, com complexidade de recupera&#231;&#227;o proporcionalmente maior.
Sou Technology Manager e DPO na 4Linux, onde atuei diretamente nesse incidente em ambiente de cliente. A 4Linux opera infraestrutura e observabilidade para dezenas de empresas no Brasil, o que nos d&#225; visibilidade sobre padr&#245;es de falha que times internos raramente documentam.</description>
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                <room>Audit&#243;rio</room>
                <title>Proxy reverso: A camada de borda e a hora de evoluir</title>
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                <type>Talk</type>
                <date>2026-10-17T16:30:00-03:00</date>
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                <abstract>Uma aplica&#231;&#227;o est&#225; no ar. Mas por onde o tr&#225;fego entra?

Quem termina o TLS? A aplica&#231;&#227;o fica exposta diretamente? Quando surge uma segunda inst&#226;ncia, quem distribui as requisi&#231;&#245;es? E, quando os usu&#225;rios est&#227;o espalhados pelo mundo ou aparecem dezenas de servi&#231;os, quando faz sentido colocar uma CDN, um API Gateway ou at&#233; um service mesh na arquitetura?

A proposta desta talk &#233; olhar para essas tecnologias a partir de uma ideia simples: o proxy reverso &#233; a base; o restante &#233; especializa&#231;&#227;o.

Load balancer, CDN e API Gateway continuam sendo proxies reversos na mec&#226;nica. O que muda &#233; a responsabilidade que cada um acrescenta: distribui&#231;&#227;o de carga, distribui&#231;&#227;o geogr&#225;fica, pol&#237;ticas de API e, no caso do service mesh, a mesma ideia aplicada ao tr&#225;fego entre servi&#231;os.

A talk acompanha uma aplica&#231;&#227;o crescendo e mostra esses componentes entrando conforme surgem problemas concretos: uma inst&#226;ncia que n&#227;o aguenta mais, usu&#225;rios distantes, necessidade de autentica&#231;&#227;o e rate limiting, ou dezenas de servi&#231;os conversando entre si.

Em vez de decorar ferramentas, a ideia &#233; sair entendendo qual problema cada camada resolve e quais s&#227;o os sinais de que chegou a hora de evoluir, ou de que ainda n&#227;o chegou.

Os conceitos s&#227;o apresentados com diagramas animados, mostrando o tr&#225;fego acontecendo e as responsabilidades sendo adicionadas &#224; arquitetura.</abstract>
                <slug>devopsdays-juiz-de-fora-2026-7112-proxy-reverso-a-camada-de-borda-e-a-hora-de-evoluir</slug>
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                    <person id='4799'>Pablo Rezende</person>
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                <language>pt-br</language>
                <description>&#201; comum aprender proxy reverso, load balancer, CDN e API Gateway como coisas diferentes. Aprende-se o nome, a ferramenta mais conhecida e alguns casos de uso. Mas, na pr&#225;tica, essas fronteiras n&#227;o s&#227;o t&#227;o claras.

Um load balancer L7 pode terminar TLS e fazer roteamento. Uma CDN tamb&#233;m funciona como proxy reverso e pode aplicar pol&#237;ticas de seguran&#231;a. Um API Gateway tamb&#233;m termina TLS, roteia e pode fazer cache. Em produtos gerenciados de cloud, v&#225;rias dessas responsabilidades aparecem juntas na mesma caixa, gerando quest&#245;es de onde termina um e come&#231;a o outro.

A talk prop&#245;e um modelo mental mais simples: pensar primeiro na responsabilidade e s&#243; depois na ferramenta.

Tudo come&#231;a com um proxy reverso na frente da aplica&#231;&#227;o. Ele pode terminar TLS, esconder a origem, fazer cache e assumir parte do trabalho que antes ficava dentro da aplica&#231;&#227;o. Quando uma inst&#226;ncia j&#225; n&#227;o &#233; suficiente, aparece a necessidade de distribuir carga e entra o load balancer. Quando os usu&#225;rios est&#227;o espalhados pelo mundo, a mesma ideia de proxy aparece distribu&#237;da em v&#225;rios pontos da rede com uma CDN. Quando o problema passa a ser autentica&#231;&#227;o, rate limiting, agrega&#231;&#227;o e outras pol&#237;ticas de API, entra o API Gateway.

E quando o problema deixa de ser quem entra na aplica&#231;&#227;o e passa a ser como dezenas de servi&#231;os conversam entre si, a mesma ideia aparece novamente, o proxy reverso ao lado de cada servi&#231;o, formando um service mesh.

Ser&#227;o apresentadas as necessidades de uma aplica&#231;&#227;o que cresce e assim cada nova camada aparece porque surgiu uma necessidade, e n&#227;o porque a arquitetura &quot;precisa&quot; de mais uma tecnologia. Ser&#227;o discutidos os pontos em que essas tecnologias se sobrep&#245;em e por que produtos diferentes podem ocupar v&#225;rias partes desse espectro ao mesmo tempo.

Na parte final, alguns cen&#225;rios mostram essas decis&#245;es na pr&#225;tica: quando um NLB n&#227;o resolve um problema de L7, quando uma aplica&#231;&#227;o em produ&#231;&#227;o precisa deixar de depender de uma &#250;nica inst&#226;ncia, quando uma origem come&#231;a a sofrer com usu&#225;rios espalhados pelo mundo e quando um API Gateway acaba virando um gargalo para o tr&#225;fego interno. Tamb&#233;m h&#225; casos em que a melhor decis&#227;o &#233; simplesmente n&#227;o evoluir.

A ideia da talk &#233; mostrar uma vis&#227;o de que na hora de desenhar a arquitetura, n&#227;o perguntar &quot;qual ferramenta devo usar?&quot;, mas &quot;qual problema apareceu e qual responsabilidade eu preciso colocar na borda?&quot;</description>
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