Uma aplicação está no ar. Mas por onde o tráfego entra?
Quem termina o TLS? A aplicação fica exposta diretamente? Quando surge uma segunda instância, quem distribui as requisições? E, quando os usuários estão espalhados pelo mundo ou aparecem dezenas de serviços, quando faz sentido colocar uma CDN, um API Gateway ou até um service mesh na arquitetura?
A proposta desta talk é olhar para essas tecnologias a partir de uma ideia simples: o proxy reverso é a base; o restante é especialização.
Load balancer, CDN e API Gateway continuam sendo proxies reversos na mecânica. O que muda é a responsabilidade que cada um acrescenta: distribuição de carga, distribuição geográfica, políticas de API e, no caso do service mesh, a mesma ideia aplicada ao tráfego entre serviços.
A talk acompanha uma aplicação crescendo e mostra esses componentes entrando conforme surgem problemas concretos: uma instância que não aguenta mais, usuários distantes, necessidade de autenticação e rate limiting, ou dezenas de serviços conversando entre si.
Em vez de decorar ferramentas, a ideia é sair entendendo qual problema cada camada resolve e quais são os sinais de que chegou a hora de evoluir, ou de que ainda não chegou.
Os conceitos são apresentados com diagramas animados, mostrando o tráfego acontecendo e as responsabilidades sendo adicionadas à arquitetura.